quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Aprenda a controlar o consumo de banda



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Você também sofre com isso? Ou sua banda larga é suficiente para dividir com todos os membros da família? Participe e conte pra gente; você monitora de alguma forma seu consumo? Deixe seus comentários logo abaixo. Aproveite para conhecer alguns softwares gratuitos que ajudam a controlar o consumo da sua conexão de internet.  Aproveite!

sábado, 10 de agosto de 2013

Como a resolução 8K vai humilhar a TV que conhecemos

Como a resolução 8K vai humilhar a TV que conhecemos

Por Redação Olhar Digital - em 05/08/2013 às 16h00
Você pensa que a resolução 4K ainda está longe da realidade brasileira? Os primeiros televisores com a tecnologia começam a surgir por aqui, mas já se começa a falar em transmissões de televisão em 8K. A tecnologia já pode ser usada nas Olimpíadas de 2016 pela emissora estatal japonesa NHK.

No Japão, é a própria NHK que lidera o desenvolvimento do UHDTV, que permite reprodução de imagens de até 7.680 x 4.320 pixels. Por lá, as transmissões em 8K devem começar apenas em 2016 via satélite e em 2020 por meio terrestre.

Com esta resolução, a qualidade de imagens seria 16 vezes melhor do que o padrão Full HD, que é atualmente o mais difundido em televisores de alta definição atuais. Mas a imagem não é a única vantagem.

Segundo afirma o diretor de engenharia de entretenimento da Globo, Raymundo Barros, em entrevista à Folha de S. Paulo, a intenção da tecnologia é criar mais imersão e, para isso, o áudio também precisa acompanhar a qualidade de imagens. Os vídeos em 8K são capturados em 22.2 canais, contra apenas 5.1 atuais.

Além disso, a tendência é que, com a futura popularização do 8K, sejam criados televisores cada vez maiores para espaços cada vez menores. A publicação aponta que atualmente a distância recomendada para assistir a uma TV Full HD é de 3 vezes a altura do televisor, enquanto a TV de 8K será de apenas 0,75 vezes a altura da tela.

A resolução já foi testada no Brasil, quando uma equipe japonesa desembarcou em território nacional para registrar imagens de paisagens e do Carnaval.

Vale lembrar que o Brasil ainda não tem nenhum tipo de transmissão sequer em 4K e muitas pessoas ainda assistem televisão pelo sinal analógico. A Globo, no entanto, já captura algumas imagens para suas novelas em 8K. Cada minuto em vídeo sem compressão ocupa 200 GB de armazenamento. 


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Soundbar com subwoofer sem fio se conecta com Apple TV




Soundbar com subwoofer sem fio se conecta com Apple TV


Por Alex dos Santos | 9 de Agosto de 2013 | Um comentario | Áudio | Tags: Paradigm, Soundbar, Soundtrack 2.1



soundbar

Com o lançamento de TVs LED-LCD cada vez mais finos, os pequenos alto-falantes localizados quase sempre na parte posterior da tela não fazem milagres para oferecer um som com diálogos mais inteligíveis e melhor sensação de graves.

Fabricantes de áudio high-end já estão atentos a isso e usam sua boa reputação para produzir caixas soundbar destinadas a espaços restritos ou áreas que não necessitam de um home theater. A novidade vem da canadense Paradigm que, através da distribuidora Syncrotape, traz ao mercado o Soundtrack System 2.1.

O sistema é composto por uma soundbar de 92cm de largura e um subwoofer compacto sem fio. Segundo o fabricante, a barra libera potência de 50Wx2 (pico), através de um par de tweeters de alumínio de 1” e woofers de 4” projetados com radiador passivo para melhor reforço de graves.

Com opção de posicionamento horizontal, o sub promete 250W de pico e resposta de frequências de 40Hz. Entre as entradas, a soundbar inclui digital óptica, estéreo analógica e AirPort Express para conexão com Apple TV.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Aprenda a controlar o consumo de banda Saiba o que é necessário para manter a internet em uma velocidade agradável





No Brasil, a maioria das operadoras de internet banda larga determina limites de downloads de gigabytes. Ou seja, quando você ultrapassa o volume de dados estipulado em franquia, eles reduzem sua velocidade de navegação sem dó. 

Mais do que isso, apesar do monitoramento já realizado pela Anatel, todos nós sabemos que esses serviços costumam não entregar 100% da velocidade contratada na maior parte do tempo. E, no final das contas, se você ainda compartilha a banda larga na sua casa ou empresa, sabe que às vezes, por mais banda que haja, a conexão acaba ficando extremamente lenta ou simplesmente trava de vez.

Ainda que os pacotes de internet banda larga tenham ficado maiores, hoje chegando aos 100 Mbps, o cenário dentro das residências mudou bastante. Antigamente, a família compartilhava um único computador e tinha, no máximo, um laptop que alguém trazia do trabalho. Hoje, em muitas casas, cada um tem seu próprio notebook, smartphone, tablet e muitas vezes ainda conecta SmartTV e videogame. Tudo em uma mesma rede.

"Como a gente compartilha a internet com o wireless com todos os dispositivos, nós começamos a ter mais equipamentos conectados. Mantendo a mesma velocidade, temos menos banda para cada equipamento", explica Taciano Pugliesi, gerente de produtos da D-Link. Ele ainda lembra que, com o advento dos smartphones, também se tornou comum repassar a senha da rede sem fio para amigos e familiares que visitem sua casa.

Combinado a esse aumento de dispositivos conectados a uma mesma rede, mudou também o conteúdo que consumimos online. Antes, estávamos acostumados apenas a páginas web, e-mails, fotos. Em seguida, evoluímos para as músicas: as rádios online e os serviços de streaming. Atualmente vivemos a fase de tudo isso junto ao lado de uma infinidade de vídeos, vários deles em alta definição.

"Atualmente, o que mais consome banda são os vídeos, principalmente em HD e Full HD. Em segundo, vem a parte do áudio", explica Pugliesi. Além do áudio e do vídeo, outro vilão que consome muita banda são os downloads.
"As pessoas gostam muito de download de músicas, filmes, fotos e etc. Todas as vezes que eu faço um download eu posso usar minha banda inteira de internet", completa Pugliesi.

Aliadas às ofertas de conexões mais rápidas de 10, 20, 100 Mbps, surgiu recentemente um novo padrão para roteadores: o "11AC", que, entre diversas vantagens, a principal melhoria é mesmo em relação à velocidade. Além de consumir muita banda, informações audiovisuais demandam muita velocidade de comunicação entre seu aparelho e o roteador. Essa seria uma primeira solução para compartilhar link e navegar mais rápido.

"Não adianta ter um super-roteador e um link de 2 Mbps, assim como não adianta ter uma conexão de 100 Mbps e um roteador que limita a 54 Mbps. O segredo para uma casa é o equilíbrio entre o que você usa, a velocidade do seu plano e a capacidade do roteador", diz Pugliesi.

Outra estratégia é controlar o consumo da sua banda larga e evitar que a velocidade seja reduzida antes do final do mês. Existem diversos softwares gratuitos que oferecem essa função. Esses aplicativos trazem gráficos com os picos na taxa de download e também o total acumulado para determinado período. Algumas ferramentas mostram inclusive quais aplicações usam mais sua conexão e até limitam a banda por programa.

Toda essa história acontece igualzinho nos smartphones. Os pacotes de dados da rede 3G também têm um limite que, quando é ultrapassado, resulta em uma redução drástica da velocidade de navegação. Aí a dica é aproveitar ao máximo os hotspots via wi-fi e controlar o uso; assim como nos computadores, existem apps para monitorar o uso de banda por aplicativo. Inclusive no sistema Android, a opção de monitoramento é nativa do sistema operacional.

Ainda que seja difícil traduzir essas dicas em números, conseguimos tirar do especialista quanta banda seria ideal, além de um roteador rápido, para uma família de até quatro pessoas compartilhar e navegar com boa experiência e sem travamentos dentro de casa.
Você também sofre com isso? Ou sua banda larga é suficiente para dividir com todos os membros da família? Participe e conte pra gente; você monitora de alguma forma seu consumo? Deixe seus comentários logo abaixo. Aproveite para conhecer alguns softwares gratuitos que ajudam a controlar o consumo da sua conexão de internet.  Aproveite!

Olhar Digital

segunda-feira, 20 de maio de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Power Over HDBaseT: What Is It, Why Use It?


Power Over HDBaseT: What Is It, Why Use It?

HDBaseTimage
POH has its advantages: it is simpler, powerful and requires less installation effort. Check out the benefits for using power over HDBaseT.
May 01, 2013 | by Daniel Dern
As target locations for video displays and other devices farther away from AC wall outlets, A/V installers face the challenges of providing power in an affordable, convenient, and safe way.
For example, for digital signage and wayfinding displays in airports and hotels, video displays in medical facilities, even, for consumers, displays in kitchens and other areas of the house.
IT and facilities have been able to solve the power problem for many wireless LAN access points, digital security cameras, and other networked devices thanks to 802.3af Power over Ethernet (PoE) and its higher-power sibling 802.3at Power over Ethernet Plus (PoE+), which conveys power over the same CAT5 or CAT6 LAN cabling used to carry data, eliminating the need to provide standard AC power.
A/V faces many of the same power-related concerns and constraints — and Power over HDBaseT (POH) promises to similarly resolve them, in many situations, bringing PoE-type solutions to the A/V world.
What is HDBaseT?
HDBaseT technology is a digital connectivity solution supported by the HDBaseT Alliance, which was started in 2010 by LG Electronics, Samsung Electronics, Sony Pictures Entertainment and Valens Semiconductor.
According to the HDAlliance website, HDBaseT can, as its “5Play” feature set, carry:
  • Uncompressed HD digital video, including full HD/3D and 2K/4K resolution (up to 10.2 Gbps)
  • All standard audio formats
  • 100BaseT Ethernet
  • Control signals including RS232/USB and IR
  • Up to 100 watts of power-over-cable
all through a single 100m/328ft CAT5e/6 cable with RJ45 connectors.
The signal combining alone is significant, reducing the cable clutter needed to connect a single video device, just like digital security cameras need only one Ethernet connection where their analog CCTV (Closed-Circuit TV) predecessors needed separate cables for video, audio, control signals and power.
In terms of power, according to Micha Risling, HDBaseT Alliance marketing chair, “POH, the Power over HDBaseT standard, is based on the IEEE 802.3at standard with the appropriate modifications to enable safe delivery of up to 100 watts over the four-pairs of the Ethernet cable.”
POH Availability: Still Ramping Up
Some products using HDBaseT are available — in particular, professional video distributors, HDMI/HDBaseT converters and devices like Microsemi’s PowerDsine midspans. However, since POH is relatively new — it was formally added to the 5Play feature set in September of 2011 — many POH products are still in the pipeline, according to Risling.
As with PoE, key vendors are working to jump-start POH usage by offering Power Supply Equipment (PSE), including “midspans” (a.k.a. injectors) that put power into an HDBaseT cable and “splitters” that extract the power from the cable to go to the power port. Next will be powered devices — products that can extract the power from POH internally and PSE-enabled products.

Automação: Brasil entre os países com maior potencial Fonte: Revista Home Theater


Automação: Brasil entre os países com maior potencial  





Estudo mostra consumidor brasileiro como o terceiro mais interessado em sistemas de controle da residência
O mundo da automação residencial conquista mais brasileiros a cada dia. Sem contar o número crescente de empresas - grandes, médias e pequenas - que atuam no setor, o próprio interesse dos consumidores está aumentando sensivelmente. Estudo divulgado pela Motorola Mobility na semana passada coloca o consumidor brasileiro como o terceiro mais interessado em sistemas de automação no mundo, atrás apenas de mexicanos e chineses. A pesquisa, realizada com 9.500 pessoas em 17 países, mostra que um terço dos entrevistados se interessa por serviços de gerenciamento remoto da residência, monitoramento de segurança, iluminação e aquecimento automatizados.  
O crescimento está intimamente ligado à popularização de tablets e smartphones nos últimos anos. Esses aparelhos são usados hoje para várias funções, entre elas a de controle remoto da residência. Mais recentemente, vêm sendo usados como "segunda tela", fenômeno identificado pelos especialistas como um novo comportamento dos telespectadores, que acessam as redes sociais enquanto assistem a programas de TV.
Já existem também no mercado filmes em Blu-ray lançados em conjunto com aplicativos gratuitos, que expandem a experiência do usuário, oferecendo na tela do tablet ou smartphone informações sobre o conteúdo que está sendo assistido. E as próprias emissoras começam a pensar nos portáteis como uma forma de conquistar audiência e dar mais valor às transmissões. Globo e Cultura, por exemplo, já lançaram aplicativos com essa finalidade.
O estudo da Motorola aponta que a convergência multitelas já é adotada por 62% dos entrevistados no Brasil, que assistem conteúdo em tablets, smartphones ou desktops. Filmes são o conteúdo mais acessado, por 43% dos brasileiros. Em segundo lugar, estão as notícias, com 36%, seguidas pelas novelas (34%).
Fonte: Revista Home Theater & Casa Digital

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Meio e Mensagem - Acesso a celular supera audiência de TV


Acesso a celular supera audiência de TV
Segundo Simon Kemp, diretor da We Are Social, pesquisas indicam que a comunicação com donos de dispositivos móveis precisa ser intensificada
04 de Abril de 2013 • 09:08


Segundo pesquisas da Ericsson e da ONU, assinantes de operadoras de celulares são mais numerosos que telespectadores de TV
Crédito: Reprodução
Um cruzamento de diferentes pesquisas realizado pela agência We Are Social aponta que hoje há mais gente conectada a celulares do que telespectadores. Cerca de 4,4 bilhões de pessoas pagam por serviços de operadoras de telefonia móvel, enquanto se estima que existam 4,2 bilhões de pessoas com acesso a televisores.
O estudo se utilizou dos números divulgados em fevereiro pelo Mobility Report da Ericsson e projeções da International Telecommunication Union, da ONU, para posse e penetração de TV em 2012. “É uma grande mudança”, diz Simon Kemp, diretor executivo da We Are Social em Cingapura, em artigo para o blog inglês The Wall, do Brand Republic Group. “Além do que a adesão global ao celular está crescendo num ritmo de 140 milhões de novos pagantes por trimestre.”
Para Kemp, esses dados são mais um indicativo de que os investimentos em mídia não seguem as tendências em telecomunicação. Citando dados da World Advertising Research Center para a Ásia e o Pacífico, 39% das marcas na região consideram dispositivos móveis uma plataforma de marketing muito importante, enquanto só 29% dessas empresas têm, de fato, estratégias de mídia para esse setor.
“O Google já apontou que mais pessoas hoje possuem um celular que uma escova de dentes; enquanto a ONU acabou de revelar que mais pessoas tem acesso a esses dispositivos do que a saneamento básico”, descreve Kemp. Ainda que a maioria dos celulares sejam simples, sem conexão com internet, o executivo registra que a taxa de crescimento de adesão a smartphones aumenta em cerca de 30% por trimestre, segundo dados da Ericsson. Na América Latina em especial, a taxa de penetração de celulares – entre todos os tipos de dispositivos – é de 112% no mesmo período.




Segundo pesquisas da Ericsson e da ONU, assinantes de operadoras de celulares são mais numerosos que telespectadores de TV

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Segunda tela: mais liberdade na TV paga


04/04/2013, por Redação HT
 
Já é possível ver filmes, séries e outras atrações dos seus canais favoritos em notebooks, smartphones e tablets.
Até pouco tempo atrás, era comum relaxar em frente ao televisor para acompanhar os programas preferidos da TV paga. Hoje, essa já não é a única, mas sim uma das várias opções oferecidas aos assinantes. Na verdade, grande parte das pessoas já não se contenta apenas em (ou consegue) ver os programas em tempo real, quase sempre por causa da rotina agitada nas grandes cidades. E assim foram surgindo alternativas para que ninguém perdesse as estreias dos filmes de sucesso dos canais premium ou os episódios finais daquela série empolgante.
Primeiro, chegou ao alcance dos assinantes o recurso de gravação digital, que, hoje em dia, está disponível na maioria das grandes operadoras. Uma ótima solução, mas que exige a programação prévia do que se deseja gravar. Anos mais tarde, a comodidade foi ampliada. O espectador passou a definir o que quer ver na hora mais conveniente. Essa é a grande vantagem dos serviços de video on-demand das operadoras, que vem conquistando os assinantes não só pela liberdade de escolha mas também pela oferta crescente de conteúdo (muitas vezes, gratuito).

Da evolução do video on-demand tradicional, começaram a surgir no Brasil em 2011 as primeiras iniciativas de TV Everywhere. Para entender o conceito de uma forma bem simples, acrescente ao “ver o que se quer na hora mais conveniente”, a possibilidade de acompanhar parte do conteúdo dos canais da TV paga em dispositivos portáteis, como notebooks, tablets e smartphones. Geralmente, esse tipo de aplicação é gratuita e resulta de parcerias entre as programadoras, que quase sempre são responsáveis pelos aplicativos, e as operadoras, diretamente envolvidas com a liberação do conteúdo apenas para seus assinantes.
Atualmente, a Globosat encabeça a lista de investimentos em ferramentas de TV Everywhere. Há pouco mais de um ano, a maior programadora brasileira, lançou o Muu, que disponibiliza mais de 2.000 horas de conteúdo dos seus canais na internet. Na lista, estão programas, séries, filmes e shows (vários em alta definição) que podem ser vistos em notebooks e smartphones/tablets Apple e Android. Por enquanto, a visualização de todos os vídeos continua restrita aos assinantes da Net, já que o acesso ao conteúdo depende de cadastramento prévio.
“O consumo de conteúdo não linear não é um modismo; já se tornou um hábito consolidado”, garante André Nava, gerente de Novas Mídias da Globosat. Segundo ele, vários fatores estão contribuindo para a rápida difusão destes novos serviços. “O aumento médio da velocidade de acesso à internet e a crescente venda de dispositivos portáteis que se conectam à web ajudam a explicar essa revolução.”
Embora não revele números, Nava afirma que, atualmente, os campeões de audiência do Muu são séries de sucesso na TV paga, como Spartacus e Sessão de Terapia (esta nacional). Filmes e atrações infantis também são muito procurados. Entre os dispositivos preferidos pelo público para visualizar esses conteúdos, estão, pela ordem, o computador e o iPad, que, de acordo com ele, tem apresentado um crescimento surpreendente nos últimos meses.
Em agosto, a Globosat deu mais um passo para fortalecer a oferta de conteúdo em várias plataformas. Apresentou o serviço Telecine Play, que está baseado na comodidade de ver os filmes dos canais Telecine em dispositivos portáteis, como smartphones e tablets (inclusive Android). Para isso, basta ser assinante destes canais nas operadoras Net, GVT, Vivo TV e CTBC (a lista deve crescer em 2013). “Já são cerca de 1.500 títulos, inclusive superestreias, que são liberadas um ou dois dias após o lançamento na TV paga”, explica Nava. Para o ano que vem, estão previstos novos aplicativos de TV Everywhere na área de música (Bis), artes e espetáculos (Philos) e culinária (Receitas GNT).
Em parceria com a Sky, a mesma Globosat também ofereceu o serviço Premiere FC durante o campeonato brasileiro de futebol. “Por um pequeno custo mensal, nossos assinantes do pay-per-view podiam acompanhar até dez jogos simultâneos (e em tempo real) em uma segunda tela, seja do computador, iPhone ou iPad”, comenta Regina Von Zuben, diretora de Produtos da Sky. “Para o torcedor, o mais bacana era ver a partida de seu time na tela grande e acompanhar a atuação dos rivais em seu notebook, por exemplo.”
Todas as ferramentas de TV Everywhere da Sky são disponibilizadas a partir do portal Sky Online, cujo carro-chefe é a locação virtual de filmes a partir de assinatura mensal ou aluguel por conteúdo. Se preferir, o assinante Sky pode pagar mais para fazer o download dos títulos em seu computador.
Ao navegar pelo site, dois outros serviços também chamam atenção: Watch ESPN, com gols e outras atrações da programadora especializada em esportes, e o HBO Go, com séries e filmes. Nos dois casos, é necessário ser assinante dos canais para ver seu conteúdo em diversas plataformas.
“Não vamos firmar parcerias com a Netflix, por exemplo, que tem um modelo de negócio diferente”, ressalta Gustavo Grossmann, vice-presidente e gerente-geral da HBO. “Nosso principal cliente são as operadoras de TV paga e é com elas que vamos continuar trabalhando. Ao disponibilizar o conteúdo em várias plataformas, queremos é estimular ainda mais a assinatura dos nossos canais. Esse é o único caminho que leva ao benefício.”
Alessandro Maluf, gerente de Produtos da Net, concorda que o acesso ao conteúdo em várias plataformas não ameaça a TV por assinatura. Ao contrário disso, são conceitos complementares. “É lógico que ninguém vai deixar de ver um jogo de futebol na tela grande para acompanhar pelo tablet, mas essa opção pode ser muito interessante se o assinante não estiver em casa”, explica. E, segundo ele, a assinatura do canal em questão é que “amarra” essas novas possibilidades. “Foi a maneira encontrada para proteger nosso negócio.”
Para Fábio Freire, gerente de Marketing da GVT TV, ainda estamos engatinhando no aproveitamento das novas tecnologias a serviço da TV paga. “Grande parte dos novos assinantes, principalmente dos pacotes mais básicos, ainda tem dificuldade para entender o conceito de video on-demand”, diz ele. “Não é à toa que a procura pelo serviço é maior no topo da pirâmide.”
O perfil dos assinantes está mudando e cabe às programadoras e operadoras conhecer esse novo usuário e suas necessidades. “O primeiro passo é estudar bem o público, porque a audiência está sendo reformulada”, garante Fernando Medin, VP e diretor-geral da Discovery no Brasil. “Hoje, já oferecemos ao assinante a possibilidade de comentar e interagir com a programação através de uma ferramenta de segunda tela (mais detalhes na pg. ????), mas ainda é cedo para ingressar na TV Everywhere”, comenta. “A decisão não está apenas em nossas mãos. Envolve investimentos adicionais, parcerias com operadoras, além, é claro, da questão dos direitos autorais para liberar o conteúdo em várias plataformas.”
COMO FUNCIONA?
Até mesmo na sala de estar, eles são cada vez mais indispensáveis. O uso do smartphone ou do tablet enquanto se vê TV é uma tendência mundial. Segundo um recente estudo da Nielsen, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo, 85% dos americanos, por exemplo, utilizam dispositivos portáteis como "segunda tela" enquanto assistem à programação convencional de TV.
No Brasil, o fenômeno também está crescendo, impulsionado pelo sucesso das redes sociais. Os espectadores querem comentar a novela, o jogo de futebol ou o último episódio de uma série de sucesso no Facebook ou no Twitter em tempo real. Paralelamente, vem surgindo uma série de aplicativos especialmente pensados para integrar a programação da TV ao mundo da internet. Net e Sky estão entre as operadoras que oferecem esse tipo de convergência. Em seus apps, que podem ser baixados gratuitamente (a Net, por enquanto, só trabalha com a versão para Apple) é possível acessar a grade dos canais e programar gravações a distância. O app da Sky inclui até funções de controle remoto para comandar alguns decoders pelo celular.
A Globosat também desenvolveu alguns apps gratuitos bem criativos. O aplicativo TudoTV, ainda exclusivo para iPad, segue a mesma linha, mas ganha maior abrangência ao permitir navegar por dezenas de canais (incluindo abertos, fechados e regionais), conferindo horários e sinopses das atrações. Segundo a programadora, o próximo passo é integrar a ferramenta com as redes sociais, facilitando o compartilhamento de informações e comentários pessoais sobre a programação.
Fãs do esporte mais popular do país, podem baixar o +Futebol, aplicativo do SportTV para iPad. A ideia é complementar as transmissões ao vivo dos canais SporTV e Premiere FC, oferecendo vídeos dos principais lances de partidas, estatísticas em tempo real e até a integração direta com o Twitter. Na mesma linha de ampliar a experiência do espectador com a programação, foi criada a ferramenta Discovery Conecta, novidade da programadora na internet que traz conteúdo exclusivo e até chat ao vivo.

VIVO TV x NETFLIX
Quando se pensa em locação virtual de filmes, o serviço mais conhecido é o Netflix. Através de uma assinatura mensal, o usuário acessa um grande acervo de filmes e séries a qualquer hora e lugar em diversos aparelhos. Entre eles, estão TVs conectados das principais marcas, videogames, notebooks, smartphones e tablets. A diferença, nesse caso, é que qualquer um pode assinar o serviço, independente de ser cliente de TV paga. Por outro lado, conteúdos exclusivos das programadoras ficam de fora. Esse tipo de serviço, que também é oferecido pelo portal Terra (Sunday TV) e pela NetMovies, por exemplo, é chamado de OTT
(abreviação para over-the-top).
Interessada nesse modelo de negócio, a Vivo TV (antiga TVA) foi a primeira operadora a lançar uma ferramenta semelhante, chamada de Vivo Play. Segundo a empresa, o novo serviço chega ao mercado com 3.500 títulos iniciais, entre filmes, séries, desenhos, músicas e documentários, que poderão ser vistos em smartphones Android, tablets, videogames Xbox e Smart TVs LG e Samsung.
Para assinar o Vivo Play, não é necessário ser cliente da operadora. Basta escolher entre o modelo de assinatura mensal (com filmes de catálogo) ou locação avulsa (para lançamentos, muitos deles em alta definição). Será que a moda pega?
*Texto original publicado na edição 199 da revista HT&CD, de dezembro de 2012.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Acessório HDMI leva sinal Full HD 3D para TVs via rede IP


Acessório HDMI leva sinal Full HD 3D para TVs via rede IP

Por  | 5 de Abril de 2013 | Um comentario | Automação | Tags: 
Discabos
A oferta de acessórios que permitem conduzir sinal HDMI em cabos de rede por mais de 50m já não é novidade no mercado brasileiro. Mas com a popularização das redes domésticas alguns fabricantes criaram soluções que tornam viáveis, inclusive, o controle das imagens transmitidas em diferentes TVs ou projetores.
esquema
Indicada para grandes instalações residenciais ou corporativas, o extensor HDMI IP da linha AV Life da Discabos converte o sinal HDMI para um protocolo de dados IP. Com isso, é possível agregar um switch de rede (à parte) e distribuir som e imagens Full HD em 3D para vários TVs através de uma rede cabeada.
O sistema funciona com transmissor e receptor para serem conectados entre fonte de conteúdo e TVs. Segundo a empresa, uma nova versão do produto oferece controle remoto que facilita o gerenciamento das fontes distribuídas, dispensando o acesso à página de configuração do switch de rede.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Automação residencial que cabe no bolso


28/03/2013, por Arthur Pradella
Os sistemas inteligentes estão cada vez mais acessíveis. Mostramos o que você já pode ter sem gastar muito!

Enormes quantias de dinheiro, reformas estressantes, fios para todo lado. No mundo da automação residencial, esses elementos já são figuras do passado. Há cinco anos, era difícil cogitar um projeto nesta área com menos de R$ 50 mil. De lá pra cá, a evolução natural das tecnologias criou uma reação em cadeia em todo o setor, fazendo surgir soluções mais personalizadas e, ao mesmo tempo, melhores e mais baratas.
Boa parte dessa popularização tem uma grande dívida com um tipo específico de tecnologia: a sem fio. Graças ao avanço e ao surgimento de diferentes padrões de comunicação wireless, fabricantes e integradores foram capazes de criar mais – e melhores – soluções integradas, que não requerem grandes trabalhos na infraestrutura da casa para instalação, e muito menos reformas na hora de expandir os sistemas.
Contribuiu também para a redução nos preços o fato de as soluções terem se tornado muito mais adaptadas a cada caso. Hoje é possível, por exemplo, entrar no mundo da automação com menos de R$ 1.000, ao comprar um controle universal, que pode ser configurado pelo próprio usuário (não necessita de um instalador), capaz de agrupar vários comandos em um só botão, de modo que basta um clique para diminuir as luzes, ligar o TV e o som, fechar as persianas e regular o ar condicionado.

“No Brasil, hoje, existem muito mais opções do que no passado”, explica o especialista em automação residencial Paulo Dal Bó. “Há alguns anos o país tinha duas ou três empresas nacionais atuando no setor, e eram todas embrionárias. Esse número cresceu bastante, e as empresas aprenderam rápido”, observa. 

Para o diretor no Brasil da Z-Wave (uma das marcas de tecnologia mais difundidas em automação no mundo), Jean de Simone, as soluções mais acessíveis servem como uma espécie de aperitivo. “As empresas oferecem algo que o usuário possa testar e ver o quanto aquilo vai lhe render em conforto, praticidade, segurança e até em economia de gastos. E, a partir daí, certamente vai querer algo mais”, diz o executivo.

O que você pode ter hojeEm automação residencial, o céu é o limite em termos de gastos e possibilidades. Quanto mais você quiser automatizar, mais vai gastar. Assumindo, contudo, que você não pretenda vender seu carro para tornar a casa mais inteligente, há no mercado brasileiro opções bastante acessíveis que oferecem bons níveis de automação.
Os equipamentos mais básicos são os controles remotos universais, que em geral custam de R$ 400 a R$ 800. E se engana quem pensa que eles só servem para controlar múltiplos equipamentos. A vantagem é a programação dos chamados macros (vários comandos a um só toque). A gaúcha Multimport vende um desses modelos, da Accoustic Research, a R$ 690. “O usuário pode configurar sozinho, basta ter um pouco de tempo, mas é bastante intuitivo”, explica o diretor e proprietário da importadora, Augusto Boz.
Para quem deseja algo um pouco mais completo, a Neocontrol, por exemplo, vende um kit básico (chamado Host) com quatro itens que, juntos, controlam todos os equipamentos de áudio e vídeo na sala. A partir de R$ 4 mil, o usuário adquire uma caixa com uma central (cérebro do sistema), um IR Blaster (que emite os sinais infravermelhos para os equipamentos), um keypad de seis teclas e um plug de tomada que, ligado a eletrodomésticos (como a cafeteira), deixa o usuário ligar e desligar os aparelhos a distância (o plug se comunica com a central que, por sua vez, está conectada à rede doméstica). 

A empresa inovou ainda no modelo de venda desse produto. “Acreditamos que há uma tendência de mudança no setor e por isso colocamos o kit para ser vendido no varejo”, conta o gerente de Comunicação da Neocontrol, Leonardo Ferreira Magalhães. Hoje, o sistema Host pode ser encontrado em lojas da Leroy Merlin, por exemplo.
A um preço um pouco maior – mas ainda assim baixo para os padrões de automação – é possível encontrar soluções de fabricantes estrangeiros trazidas por distribuidoras nacionais, como a Munddo. A empresa trouxe ao Brasil a marca Fibaro, que possui equipamentos com comandos baseados em dados da internet e até em sistemas GPS. 
Neste caso, com R$ 5 mil é possível adquirir uma solução básica com uma central e quatro módulos, e inclusive desfrutar um pouco do grande diferencial da Fibaro. “Por ter funções baseadas em GPS, dá para programar elementos da casa, como alarmes, iluminação, temperatura e equipamentos de áudio e vídeo, para serem ligados ou desligados a partir da mera proximidade física”, esclarece o diretor da Munddo, Vinicius Bastos. “Quando você está chegando em casa, o alarme desliga, as luzes do hall acendem e o TV liga sozinho no canal da sua preferência”.
A partir da faixa de R$ 6 mil, a distribuidora Disac oferece produtos da Control4, uma das marcas mais renomadas no mundo nesta área. Com eles, ganha destaque a programação de cenas. “Ao abrir a porta de casa, as luzes de determinados cômodos se acendem sozinhas e uma música guardada no sistema começa a tocar em volume agradável”, cita um exemplo do que seria possível com as soluções da Disac o diretor da área de automação da empresa, Eduardo Medeiros de Almeida. 

Nessa faixa de preço, o usuário consegue também funções de segurança. “Você pode programar, por exemplo, que quando a porta for aberta de tal a tal horário, um torpedo seja enviado ao seu celular”, destaca o diretor.
Outras empresas como Chiave, Crestron, SBUS e Bticino também trabalham com produtos personalizados que podem ser adquiridos com um valor de investimento relativamente baixo.
“Os equipamentos hoje são muito mais baratos, graças ao avanço da informática, e o consumo aumentou bastante”, declara o diretor da Chiave Distribuidora, Paulo Mendes. Para ele, o mercado está apenas começando a crescer. “A curva está só no início, e o pico está quatro ou cinco anos no futuro”, diz.

Sem fio e com apelo ecológicoA aposta para os próximos anos em grande parte das empresas está nas tecnologias sem fio: a maioria delas hoje oferece esse tipo de recurso por ser mais fácil de instalar e, portanto, mais acessível à maioria das pessoas. “Da forma como está hoje, as automações cabeadas vão ter que encontrar outro caminho”, declara Paulo Mendes, da Chiave. Paulo Dal Bó, por outro lado, pensa diferente. “Tanto o sem fio quanto a cabeada ainda têm espaço. As obras maiores e mais complexas tendem a ser com cabos, até por uma questão de reduzir custos, que se tornam muito altos em projetos grandes. Nas pequenas automações, no entanto, a tendência é em direção ao sem fio”, pondera.
O que parece ser unanimidade entre fabricantes e especialistas é a questão ecológica. Sistemas que monitoram o uso de energia em toda a casa e, com base nesses dados, reduzem automaticamente consumos desnecessários estão em alta. É o caso de uma solução da Flex Automation, empresa nacional criada por Jean de Simone, diretor da Z-Wave no Brasil. “Nossa linha de Smart Energy, que monitora e elimina o chamado ‘consumo fantasma’ já está sendo vendida para construtoras, para ser embutida no valor total de casas e apartamentos”, diz o empresário.

O fator sustentabilidade somado ao apelo de reduzir os gastos com energia deve se tornar ainda mais forte nos próximos anos e, quando se leva em conta o contínuo avanço tecnológico e o bom momento que as empresas da área vivem, o futuro para a automação parece ser promissor. “Mesmo tendo crescido muito, o mercado no Brasil ainda é embrionário e tem um espaço enorme para se tornar bem maior”, afirma Dal Bó. 
Quem quer saber mais sobre esse mundo de automação residencial não pode deixar de ler o encarte que virá com a próxima edição da revista HT&CD, em abril.
*Texto original publicado na edição 199 da revista HT&CD, de dezembro de 2012.

Estudo: TV é a plataforma que mais cresce para uso de internet


Estudo: TV é a plataforma que mais cresce para uso de internet

Por  | 28 de Março de 2013 
Smart TV
O eletrônico que cresce mais rápido hoje quando se trata de uso da internet é o TV, e não mais o tablet. É o que mostra uma pesquisa global da Netbiscuits. Segundo o estudo, o uso de televisores conectados para acessar a web cresceu 138% nos últimos seis meses, contra 50% de crescimento dos tablets e apenas 4% dos smartphones.
Em números absolutos, no entanto, as posições são inversas ao ranking de velocidade de crescimento. O TV ainda tem um papel relativamente pequeno no uso de internet, enquanto o tablet ocupa uma posição intermediária e o os celulares têm o domínio absoluto (em alguns continentes alcançam mais de 90%). O estudo não considerou o uso de computadores.
A pesquisa concluiu ainda que o uso da internet nos TVs tem servido, por enquanto, apenas para complementar as navegações do internauta, e não representa, ainda, uma ameaça para tablets e smartpones nesse sentido.
Fonte: The Register


terça-feira, 26 de março de 2013

Soundbar: uma caixa que vale por cinco


Soundbar: uma caixa que vale por cinco

22/03/2013, por Redação HT
Indicadas para quartos ou pequenos ambientes, as soundbars simulam áudio multicanal a partir de uma única unidade.
Uma única barra que simula o som de vários alto-falantes. Esse é o conceito por trás das caixas soundbar (ou surroundbar), que começam a se popularizar no Brasil. As razões são muitas. Em primeiro lugar, a variedade de modelos vem aumentando consideravelmente, refletindo o aumento do interesse por esse tipo de solução. Dos grandes fabricantes às marcas que atendem ao público mais exigente, o mercado se rendeu ao charme das soundbars.
Companhia perfeita para os TVs atuais, essas caixas costumam acompanhar o design das telas finas, principalmente em relação à profundidade. Por isso mesmo, ficam ainda mais elegantes na parede, posicionadas abaixo do televisor.
Mas em que ocasiões a escolha por uma soundbar pode valer a pena? Na realidade, surgem como uma alternativa para quem espera mais do que o som dos próprios TVs, mas não tem espaço para (ou não quer) instalar um sistema básico de home theater, com duas caixas frontais, uma central e duas surround. Seduzem também pela praticidade de integrar alto-falantes (e até funções de receiver e um player Blu-ray 3D, dependendo do modelo) em um único gabinete, diminuindo o número de cabos e facilitando a instalação.
O detalhe é que a simulação multicanal, por melhor que seja, não pode ser comparada ao resultado obtido com um sistema 5.1, composto por caixas independentes corretamente posicionadas. Ao montar um home theater completo, a chance de reproduzir o som original com mais fidelidade é muito maior, especialmente se forem modelos de boa qualidade. Por isso mesmo, o uso das soundbars é indicado como uma alternativa prática e moderna (mas limitada) para ambientes pequenos, geralmente quartos ou cômodos de até 15m2.

TIPOS
As caixas soundbar não são todas iguais. Em geral, existem modelos de dois tipos. Alguns deles, como da Philips e da LG, já trazem amplificador e processadores internos, dispensando a conexão de um receiver ao sistema. Nesse caso, quase sempre a amplificação é classe D, pois utiliza circuitos compactos (ideais para controlar a profundidade do gabinete) para liberar potências mais altas com baixo consumo de energia. Esse tipo de solução também costuma incorporar funções de receiver e até um leitor de discos Blu-ray 3D (modelos mais avançados).
Paralelamente, há uma segunda categoria de produto, que concentra a maior parte dos modelos. São as caixas acústicas em formato de régua que não apresentam amplificação própria. Por isso, precisam ser alimentadas por um amplificador ou receiver externo. Aqui, procure ficar atento à divisão de canais. Existem soundbars com entradas para dois, três ou até cinco canais (dois frontais, um central e dois traseiros). Quanto maior a variedade de entradas de áudio que podem ser utilizadas com o receiver, melhor será o aproveitamento das trilhas Dolby Digital e DTS, exigindo menos dos processamentos para obter uma simulação multicanal mais convincente.
Ao adicionar um receiver (mesmo que básico) ao sistema, o usuário também ganha na variedade de conexões. Qualquer modelo à venda nas lojas pode receber com folga todas as fontes do seu home theater, incluindo decoder de TV paga, player Blu-ray, videogame e outros aparelhos.

ALTO-FALANTES
É uma característica importante na escolha de uma soundbar. O ideal é que apresente pelo menos cinco, correspondendo ao número comum de canais de um home theater. Algumas caixas trazem sete ou até mais alto-falantes. Lá fora, a Yamaha, por exemplo, aposta na tecnologia Digital Sound Projector. Esse conceito está baseado em uma série de pequenos alto-falantes acomodados em um único gabinete e que projetam o áudio para pontos diferentes da sala, reforçando a sensação de envolvimento.
Como precisam chegar ao ouvinte de forma direcional, os sons frontais (principalmente os diálogos, tradicionalmente reproduzidos pela caixa central) são facilmente reproduzidos pelas caixas soundbar. Recomenda-se apenas que essas caixas sejam instaladas preservando a altura dos ouvidos dos espectadores quando sentados no sofá.
O grande desafio está na simulação surround. Mesmo localizados nas extremidades da soundbar, os alto-falantes responsáveis pela reprodução dos sons secundários (que devem envolver o espectador) também ficam acomodados no mesmo gabinete onde estão os demais, na parte frontal da sala.
O segredo está nos processamentos DSP (de Digital Signal Processing), que simulam a ambientação a partir de atrasos (delays) e cancelamentos sonoros. O resultado é uma suposta reverberação natural (eco), que pode ser beneficiada pelos rebatimentos das ondas nas paredes, reforçando a sensação de que existem caixas acústicas atrás do sofá. Em testes práticos, nossa equipe comprovou que ambientes com paredes simétricas e mais equilibrados acusticamente tendem a ressaltar de fato essa simulação de envolvimento em 360º.
O processador DSP também pode comandar a divisão e a intensidade dos sons de acordo com os falantes, que assumem o papel de cada canal. Com isso, o som acaba sendo liberado conforme as informações contidas no conteúdo exibido. Se o som da cena se passa na parte central da tela (caso dos diálogos, por exemplo) será reproduzido apenas pelo alto-falante central da soundbar; já os tiros que chegam da parte esquerda só chegarão ao ouvinte a partir do alto-falante esquerdo, e assim por diante.

SUBWOOFER
Mesmo capazes de responder bem às altas e médias frequências, as caixas soundbars não atingem o mesmo rendimento na reprodução dos sons graves. As próprias limitações de tamanho de seus alto-falantes já sugerem o uso de um subwoofer externo. Alguns modelos, geralmente dos grandes fabricantes, já vêm com seu próprio sub, que pode até ser um modelo sem fio, reduzindo ainda mais a quantidade de cabos pelo ambiente. Dê preferência às marcas que oferecem subwoofer ativo, para evitar o “roubo” de potência do módulo principal.

Nos demais casos, a escolha do subwoofer, que será conectado ao receiver do sistema, fica a critério do usuário. Na dúvida, procure por modelos da mesma linha da soundbar ou peça indicação ao instalador de sua confiança. 

SIMULAÇÃO SURROUND
Enganar o cérebro! Esse é o trunfo dos fabricantes de caixas soundbar para criar a sensação virtual de que os sons surround surgem na parte de trás (e não na frente) da sala. Imagine um barulho do seu lado esquerdo. O som viaja rapidamente através do ar e atinge o seu ouvido esquerdo: milésimos de segundo depois, chega ao outro ouvido. Além de atrasado, o som perde força do lado direito, devido à dissipação natural da onda e à inevitável absorção pelo corpo ou outros materiais.
É justamente essa diferença de pressão sonora (ILD – Interaural Level Difference) e de tempo (ITD – Interaural Time Difference) que nos faz ter certeza de que o som surgiu do lado esquerdo. O mesmo conceito se aplica às soundbars, que aproveitam as diferenças de volume e tempo para ampliar a sensação de envolvimento. Quanto maior o tempo de atraso, maior a impressão de que o som está sendo reproduzido dos lados; quanto menor esse tempo, mais centralizado será o som.
Mas, para que a simulação seja mais real, é preciso ainda eliminar o chamado crosstalk. Esse fenômeno ocorre quando ouvimos o som de um único canal com os dois ouvidos ao mesmo tempo. Normalmente, o ouvido esquerdo escuta diretamente o som do canal esquerdo e o direito reproduz o áudio com fase invertida (e vice-versa), além dos sons de menor importância dentro da cena. Com o processo físico de cancelamento do som com a fase invertida, apenas os efeitos secundários serão ouvidos do lado direito da plateia, preservando as intenções do diretor durante a elaboração da trilha de áudio.

TOME NOTA
- Antes de definir o local de instalação da soundbar, observe se a caixa não vai cobrir o sensor de IR (sinal infravermelho) do seu televisor, dificultando o comando do aparelho através do controle remoto;
- Não dá para comparar a simulação surround das soundbars com o desempenho de um sistema básico com caixas traseiras independentes. A função das “barras de som” é ampliar o campo sonoro, dando a impressão de que o som se espalha para uma área maior da sala. Mas, como toda simulação, o processo tem suas limitações;
- Se o modelo escolhido não trouxer conexão HDMI, a dica é ligar todos os itens do home theater diretamente no televisor e usar a saída de áudio do TV para conectar-se à soundbar;
- Fixa na parede, a soundbar deixa o ambiente mais leve e moderno. Todos os modelos permitem esse tipo de instalação; a maioria já vem com suporte.

*Texto original publicado na edição 198 da revista HT&CD, de novembro de 2012.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Google cria teclado virtual que é projetado na pele

Google cria teclado virtual que é projetado na pele Por Arthur Pradella | 17 de Janeiro de 2013 | Nenhum comentario | Automação, Projetores | Tags: Google, Project Glass
O tal do “Project Glass” (espécie de óculos inteligentes, com funções multimídia), do Google, pode ganhar uma novidade interessante. A empresa solicitou uma patente para um sistema de projeção a laser, que seria acoplado aos óculos, capaz de projetar um pequeno teclado virtual (QWERTY) na palma da mão ou no braço do usuário. Com a ajuda de micro-câmeras e sensores de movimento, os óculos seriam então capazes de interpretar a digitação nesse teclado projetado e usar as informações para buscas na internet, por exemplo, ou navegação. A ideia inicial era de uma espécie de trackpad embutido na armação do Project Glass. Nesse caso, o usuário teria que erguer o braço até o rosto e fazer os comandos por ali. Neste novo sistema, basta acionar o projetor e digitar no seu próprio braço (ou em qualquer superfície plana, na verdade)! Outras empresas, como a Oakley, também já estão desenvolvendo óculos de realidade aumentada. Fonte: Engadget

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Imaginando o futuro em 1954

Um vídeo produzido pela GE em 1954 sobre como seria a tecnologia do futuro.



Visionario, pero no mucho...rs...