quinta-feira, 15 de março de 2012
Porque a TV a Cabo não é o futuro da TV - Avner Ronen
A indústria de TV a cabo começou ha mais de 60 anos, repetindo o sinal de emissoras locais para áreas rurais que tinham uma má recepção. Hoje, cerca de 90% das famílias norte-americanas tem TV por assinatura, pagando cerca de U$ 1.000 por ano por um pacote de canais que não está otimizado para os seus gostos e preferências.
Apesar de sua frustração com as empresas de TV a cabo, muitas pessoas não cancelarão sua assinatura de TV por causa dos canais de esportes e os pacotes Internet / Telefone / TV. As companhias de TV a cabo gastam bilhões de dólares para garantir os direitos exclusivos sobre grandes eventos esportivos, e muitos assinantes não querem abrir mão disso. Se os clientes telefonam para cancelar sua assinatura, as empresas de cabo oferecem um mês de graça, um desconto no equipamento, ou um serviço de telefone extra - tudo em um pacote. Eles farão qualquer coisa para manter os assinantes.
Mas eles estão, apenas, adiando o inevitável. Eventualmente, canais a cabo premium serão obrigados a manter seu conteúdo diferenciado. Eles já estão em desvantagem quando comparados com os principais prestadores como Apple, Microsoft, Netflix, Amazon, uma vez que vendem suas ofertas apenas para a sua base existente de assinantes. Os principais provedores possuem uma escala nacional e internacional, e acabarão migrando para uma atividade maior e com melhor poder de compra. As companhias de cabo que não vão se manter, acabarão saindo do negócio de vídeo, permanecendo no negócio de banda larga (que pode ser um grande futuro para muitos deles).
A Internet é uma plataforma de distribuição muito mais escalável para o vídeo. Não há limite para o número de "canais" nem limite para o número de horas por canal. Não há necessidade do método arbitrário de programação das emissoras que oferece um programa para "horário nobre" e outro programa para 03:00 da manhã.
No futuro ainda haverá listas de pacotes, mas haverá, também, a escolha do consumidor e muito mais concorrência. Soluções a-la-carte vão confrontar as várias ofertas de assinatura. Vimos isso há alguns anos atrás com a indústria da música, e é muito provável que novos modelos de negócios surgirão em torno do conteúdo de vídeo. No final, a Internet vai passar a ser a melhor coisa que já aconteceu para os criadores de conteúdo.
- Avner Ronen, fundador Boxee
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Canal Executivo - Estudo aponta mudanças na experiência de assistir TV
Estudo aponta mudanças na experiência de assistir TV
08-12-2011
O desejo dos consumidores pela conexão via redes de relacionamento e a demanda de conteúdo a qualquer hora, em qualquer lugar, está impulsionando a maior convergência da indústria de entretenimento dos últimos anos. A tendência também leva a uma mudança radical na experiência tradicional de assistir TV, de acordo com um estudo global publicado pela Motorola Mobility.
O Barômetro de Engajamento de Mídia de 2011 da Motorola Mobility, estudo independente de hábitos de consumo de vídeo feito com 9 mil consumidores, de 16 países, mostra grandes temas que estão redefinindo o ecossistema residencial e a experiência de entretenimento do consumidor.
Os resultados deste ano mostram que os consumidores procuram TV móvel, TV social, serviços de casa conectada e serviços em nuvem personalizados. Cada uma dessas categorias oferece aos provedores de serviços oportunidades significativas de expandir seu portfólio, impulsionar a fidelização de clientes e explorar novos fluxos de receitas.
“Os consumidores estão cada vez mais conectados e querem acesso permanente a seus conteúdos e comunidades”, diz em nota John Burke, vice-presidente sênior e gerente-geral de Experiências Convergidas da Motorola Mobility. “Eles não estão preocupados em como a tecnologia faz tudo isso acontecer; simplesmente querem que funcione e esperam que se adapte perfeitamente à sua rotina diária.”
Principais resultados do Barômetro de Engajamento de Mídia de 2011 são:
1 – Consumo de TV permanece estável
O desejo dos consumidores por conexão constante está influenciando o consumo de TV e filmes, que responde por uma média mundial de 15 horas por semana. Os alemães assistem, em média, 18 horas de TV e vídeo por semana, sendo que em 2010 viam 14 horas. Os entrevistados dos EUA agora assistem a 21 horas de TV por semana –duas horas a mais que em 2010.
Os alemães agora assistir uma média de 18 horas semanais de TV e vídeo em comparação com 14 horas (TV e vídeo) em 2010. Entrevistados EUA agora assistir 21 horas de TV por semana - duas horas a mais que em 2010.
Graças ao DVR, a TV sob demanda está mudando o modo e o momento em que os consumidores veem seus programas prediletos. Este ano, três vezes mais consumidores estão assistindo TV sob demanda – 18% em 2011, em comparação com 5% no ano passado. Houve um aumento semelhante no Reino Unido, 15% dos consumidores estão assistindo TV sob demanda em 2011, contra 8% em 2010.
Os provedores de serviços poderão aproveitar a tendência, oferecendo melhor experiência de transmissão de programação ao vivo. A utilização cada vez mais intensa de mídias sociais integradas com o guia de TV pode incentivar telespectadores a assistir à transmissão original do programa e compartilhar imediatamente com outros fãs e amigos.
2 – Engajamento online e TV social apresentam fortes oportunidades
Com uma média de 12 horas online por semana e mais seis horas dedicadas às redes de relacionamento, o engajamento online continua a ser um fator importante na rotina semanal do consumidor. Além disso, a TV social já é uma tendência importante: mais da metade (61%) dos entrevistados em nível global diz que já discutiu um programa de TV com amigos via redes sociais. A expectativa é de que a tendência se mantenha – outros 49% disseram que teriam interesse nesse tipo de serviço – representando uma enorme oportunidade para provedores de serviços em todo o mundo.
Entre os resultados globais adicionais relacionados a engajamento online e TV social, estão:
· Preferência pelo acesso a serviços de TV social via PC, smartphone ou tablet (43%) em vez de acessar pela televisão utilizando o menu na tela (40%).
· Usar redes de relacionamento para comentar programas é o serviço de TV social preferido por 89% dos entrevistados na Alemanha, 87% nos Estados Unidos e 60% na Coreia.
· Entrevistados na Rússia (55%) e nos EUA (34%) disseram que prefeririam um serviço de TV social com links para sites nos quais pudessem comprar produtos mostrados no programa, enquanto apenas 23% dos entrevistados na Alemanha preferiram esse tipo de serviço.
· As pessoas preferem um serviço de videochamadas com familiares e amigos, com maior intenção de adesão do serviço na China, com 58% dos entrevistados, em comparação com 37% dos americanos e somente 19% dos que vivem no Reino Unido.
3 – Finalmente, a TV móvel
Parece que a TV móvel realmente decolou no último ano – mais de um terço (37%) dos entrevistados no mundo dizem que assistem a serviços de televisão fora de casa por meio de um smartphone, tablet, PC ou laptop.
· A pesquisa de 2011 revelou que o número de pessoas nos Estados Unidos que assistem TV no smartphone aumentou quase cinco vezes com relação a 2010: 23% atualmente assistem TV em seus smartphones.
· Comparativamente, 46% dos japoneses relatam que assistiram TV móvel em seus smartphones em 2011.
· A Alemanha (22%), Emirados Árabes Unidos (20%), México e Cingapura (ambos 19%) também são grandes fãs da TV móvel, enquanto apenas 7% dos argentinos assistem TV móvel menos de uma vez por semana.
· Por último, mais que um quarto (27%) dos consumidores globais com idade entre 25 e 34 anos assistem TV em dispositivos móveis uma ou duas vezes por semana, contra um pouco mais de um terço (34%) dos consumidores na faixa de 45 a 54 anos e um terço (33%) dos entrevistados com mais de 55 anos.
4 – A nuvem pessoal toma forma
Um estudo de setembro de 2011 da Juniper Research projeta que receitas de serviços em nuvem para consumidores alcançarão o nível de US$ 6,5 bilhões até 2016. Segundo a pesquisa, esse crescimento será impulsionado por serviços de vídeo e música. Os resultados são confirmados pelo estudo da Motorola, que revelou que 52% dos consumidores americanos tinham interesse em um serviço que permitisse acesso aos seus dados pessoais (tais como vídeos, fotos e outras informações) em qualquer dispositivo, de qualquer lugar do mundo.
· Em 2011, 41% dos entrevistados globais disseram que teriam interesse em um serviço do tipo nuvem pessoal, mas que teriam de ser convencidos de seu valor.
· Esses resultados são mais fortes entre os entrevistados de Cingapura (50%), Coreia do Sul (49%), Emirados Árabes Unidos (39%) e EUA (34%).
· Entrevistados da China (38%), México e Turquia (ambos 35%) foram os mais interessados nesse tipo de serviço, contra 7% dos alemães.
5 – Aumento de serviços de casa conectada
As pessoas do México (49%), Turquia (43%) e China (42%) são as mais interessadas na possibilidade de gerenciar dispositivos da residência remotamente, seja via smartphone, tablet ou laptop, enquanto, com 31%, a Austrália, Suécia e Estados Unidos estão mais próximos da média global de 30%.
No mundo, 36% das pessoas questionadas disseram que gostariam que seu provedor de comunicações, em vez de empresas de segurança residencial ou prestadoras de serviços públicos, fosse um serviço de automação residencial. Por último, o estudo revelou que controlar a casa remotamente é mais interessante para os homens (34%) do que para as mulheres (26%).
Barômetro
O Barômetro de Engajamento com a Mídia da Motorola é um projeto de pesquisa que examina os hábitos de consumo de vídeo de 9 mil consumidores em 16 mercados: Reino Unido, França, Alemanha, Suécia, Rússia, Turquia, Estados Unidos, México, Brasil, Argentina, Austrália, Coreia do Sul, Cingapura, Japão e China. A pesquisa foi conduzida uma agência independente, a Vanson Bourne.
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http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas111/0812201113.htm
08-12-2011
O desejo dos consumidores pela conexão via redes de relacionamento e a demanda de conteúdo a qualquer hora, em qualquer lugar, está impulsionando a maior convergência da indústria de entretenimento dos últimos anos. A tendência também leva a uma mudança radical na experiência tradicional de assistir TV, de acordo com um estudo global publicado pela Motorola Mobility.
O Barômetro de Engajamento de Mídia de 2011 da Motorola Mobility, estudo independente de hábitos de consumo de vídeo feito com 9 mil consumidores, de 16 países, mostra grandes temas que estão redefinindo o ecossistema residencial e a experiência de entretenimento do consumidor.
Os resultados deste ano mostram que os consumidores procuram TV móvel, TV social, serviços de casa conectada e serviços em nuvem personalizados. Cada uma dessas categorias oferece aos provedores de serviços oportunidades significativas de expandir seu portfólio, impulsionar a fidelização de clientes e explorar novos fluxos de receitas.
“Os consumidores estão cada vez mais conectados e querem acesso permanente a seus conteúdos e comunidades”, diz em nota John Burke, vice-presidente sênior e gerente-geral de Experiências Convergidas da Motorola Mobility. “Eles não estão preocupados em como a tecnologia faz tudo isso acontecer; simplesmente querem que funcione e esperam que se adapte perfeitamente à sua rotina diária.”
Principais resultados do Barômetro de Engajamento de Mídia de 2011 são:
1 – Consumo de TV permanece estável
O desejo dos consumidores por conexão constante está influenciando o consumo de TV e filmes, que responde por uma média mundial de 15 horas por semana. Os alemães assistem, em média, 18 horas de TV e vídeo por semana, sendo que em 2010 viam 14 horas. Os entrevistados dos EUA agora assistem a 21 horas de TV por semana –duas horas a mais que em 2010.
Os alemães agora assistir uma média de 18 horas semanais de TV e vídeo em comparação com 14 horas (TV e vídeo) em 2010. Entrevistados EUA agora assistir 21 horas de TV por semana - duas horas a mais que em 2010.
Graças ao DVR, a TV sob demanda está mudando o modo e o momento em que os consumidores veem seus programas prediletos. Este ano, três vezes mais consumidores estão assistindo TV sob demanda – 18% em 2011, em comparação com 5% no ano passado. Houve um aumento semelhante no Reino Unido, 15% dos consumidores estão assistindo TV sob demanda em 2011, contra 8% em 2010.
Os provedores de serviços poderão aproveitar a tendência, oferecendo melhor experiência de transmissão de programação ao vivo. A utilização cada vez mais intensa de mídias sociais integradas com o guia de TV pode incentivar telespectadores a assistir à transmissão original do programa e compartilhar imediatamente com outros fãs e amigos.
2 – Engajamento online e TV social apresentam fortes oportunidades
Com uma média de 12 horas online por semana e mais seis horas dedicadas às redes de relacionamento, o engajamento online continua a ser um fator importante na rotina semanal do consumidor. Além disso, a TV social já é uma tendência importante: mais da metade (61%) dos entrevistados em nível global diz que já discutiu um programa de TV com amigos via redes sociais. A expectativa é de que a tendência se mantenha – outros 49% disseram que teriam interesse nesse tipo de serviço – representando uma enorme oportunidade para provedores de serviços em todo o mundo.
Entre os resultados globais adicionais relacionados a engajamento online e TV social, estão:
· Preferência pelo acesso a serviços de TV social via PC, smartphone ou tablet (43%) em vez de acessar pela televisão utilizando o menu na tela (40%).
· Usar redes de relacionamento para comentar programas é o serviço de TV social preferido por 89% dos entrevistados na Alemanha, 87% nos Estados Unidos e 60% na Coreia.
· Entrevistados na Rússia (55%) e nos EUA (34%) disseram que prefeririam um serviço de TV social com links para sites nos quais pudessem comprar produtos mostrados no programa, enquanto apenas 23% dos entrevistados na Alemanha preferiram esse tipo de serviço.
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3 – Finalmente, a TV móvel
Parece que a TV móvel realmente decolou no último ano – mais de um terço (37%) dos entrevistados no mundo dizem que assistem a serviços de televisão fora de casa por meio de um smartphone, tablet, PC ou laptop.
· A pesquisa de 2011 revelou que o número de pessoas nos Estados Unidos que assistem TV no smartphone aumentou quase cinco vezes com relação a 2010: 23% atualmente assistem TV em seus smartphones.
· Comparativamente, 46% dos japoneses relatam que assistiram TV móvel em seus smartphones em 2011.
· A Alemanha (22%), Emirados Árabes Unidos (20%), México e Cingapura (ambos 19%) também são grandes fãs da TV móvel, enquanto apenas 7% dos argentinos assistem TV móvel menos de uma vez por semana.
· Por último, mais que um quarto (27%) dos consumidores globais com idade entre 25 e 34 anos assistem TV em dispositivos móveis uma ou duas vezes por semana, contra um pouco mais de um terço (34%) dos consumidores na faixa de 45 a 54 anos e um terço (33%) dos entrevistados com mais de 55 anos.
4 – A nuvem pessoal toma forma
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· Esses resultados são mais fortes entre os entrevistados de Cingapura (50%), Coreia do Sul (49%), Emirados Árabes Unidos (39%) e EUA (34%).
· Entrevistados da China (38%), México e Turquia (ambos 35%) foram os mais interessados nesse tipo de serviço, contra 7% dos alemães.
5 – Aumento de serviços de casa conectada
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No mundo, 36% das pessoas questionadas disseram que gostariam que seu provedor de comunicações, em vez de empresas de segurança residencial ou prestadoras de serviços públicos, fosse um serviço de automação residencial. Por último, o estudo revelou que controlar a casa remotamente é mais interessante para os homens (34%) do que para as mulheres (26%).
Barômetro
O Barômetro de Engajamento com a Mídia da Motorola é um projeto de pesquisa que examina os hábitos de consumo de vídeo de 9 mil consumidores em 16 mercados: Reino Unido, França, Alemanha, Suécia, Rússia, Turquia, Estados Unidos, México, Brasil, Argentina, Austrália, Coreia do Sul, Cingapura, Japão e China. A pesquisa foi conduzida uma agência independente, a Vanson Bourne.
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Conheça um apartamento inteligente em SP Vídeos UOL Tecnologia
Materia divulgada pale Revista Home Theater. Nela, é apresentado o sistema de Automação ZWave já embarcado em novo empreendimento.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Por que Smart TVs são melhores do que TVs convencionais? Conheça o que elas realmente fazem e como elas podem mudar o jeito como você e sua família
De OLHAR DIGITAL
No começo do ano, falamos bastante das chegadas das Smart TVs. Aliás, 2011 foi marcado por grandes lançamentos de TVs inteligentes mundo afora. Você, que acompanha o Olhar Digital, já sabe, mas nunca é demais repetir: Smart TV é mais do que um aparelho com acesso à internet. As TVs inteligentes, assim como os computadores, também possuem um sistema operacional e, bastante similar aos smartphones, permitem que aplicativos e outros serviços sejam agregados a esse sistema.
Cada modelo se conecta à Internet à sua maneira. Algumas usam acessórios, parecidos com os já famosos modens 3G, para se comunicarem com uma rede sem fios. Outras, já trazem a capacidade de conexão Wi-fi embutida. Em ambos os casos, é possível ainda conectar a TV através de cabos de rede – igualzinho a gente faz com os computadores. A diferença, neste caso, apesar dos cabos – que incomodam muita gente – é a certeza de um sinal mais estável.
As Smart TVs vêm de fábrica com uma seleção de aplicativos para você ir muito além da TV aberta e dos canais a cabo. Igualzinho ao sistema dos smartphones, existe uma loja virtual que você pode baixar novos aplicativos para a sua TV. E, tem de tudo: aplicativos para previsão do tempo, joguinhos, entretenimento... fica até difícil ser tão seletivo em um mercado tão vasto de opções.
Mas para quem gosta de tecnologia um aplicativo é indispensável; o nosso, é claro! O aplicativo do Olhar Digital está disponível nas principais TVs inteligentes comercializadas no Brasil. Se ele ainda não estiver instalado no aparelho, você faz o download gratuitamente e adiciona à sua grade de aplicativos. Para cada TV existe uma "cara" diferente do Olhar Digital, mas as funções são as mesmas: você vai ter reviews, novidades e ainda pode assistir a todos os vídeos do seu programa favorito de tecnologia a hora que bem entender. Ou, em um dia-a-dia corrido como a maioria de nós leva, a hora que der, né?
Há pouco tempo nós testamos três modelos de Smart TV vendidas no Brasil. Quer saber qual delas é a melhor na nossa opinião? Acesse os links que estão junto dessa matéria e confira. Aproveite também para aprender a ligar o seu laptop na televisão e utilizar a telona para navegar na net. Quer saber como? Vai lá que a gente te ensina.
sábado, 8 de outubro de 2011
Red Eye com automação ZWave - Projeto RM
RedEye Pro vai além de um controle de home theater. Ele permite gerenciar uma ampla variedade de equipamentos, incluindo iluminação e sistemas de segurança, HVAC, bombas , e muito mais. É claro RedEye Pro ainda permite que você use qualquer dispositivo que você tem à mão como um controlador, seja ele um PC, um smartphone ou um tablet.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
OLHAR DIGITAL - Veja como acessar a internet pela televisão
Usando os chamados set top boxes, você transforma seu aparelho convencional em uma TV conectada
Essa é uma tendência. Boa parte dos novos televisores já saem de fábrica com capacidade de conexão à Internet. Mas, e se você não quiser trocar de TV e mesmo assim quiser aproveitar as comodidades de acessar a Web na televisão? A solução são caixinhas como essa, que os técnicos chamam de set top box – em bom português, dá para chamar de conversor. Uma vez conectado à TV, ele transforma o seu aparelho convencional em uma TV conectada. Esse modelo chegou às principais lojas no final do mês passado e custa algo em torno de 900 reais.
"É muito mais que uma smart TV. Ele permite acessar qualquer conteúdo de qualquer dispositivo dentro da sua casa como um HD externo, pendrive e computador pela sua televisão", explica Victor Proscurchin, presidente da D-Link.
Além de navegar livremente pela Web, esse aparelho oferece também vários widgets; aqueles programinhas para acessar canais específicos de vídeos, previsão do tempo, notícias e tudo mais. Os widgets já fazem parte do dia-a-dia de quem tem um smartphone. E agora, estão aqui, na tela da televisão.
"Hoje temos 178 canais, mas como é uma plataforma aberta, onde desenvolvedores podem criar seus próprios canais, então em um ano ou até seis meses a gente pode triplicar o número de canais voltados para o usuário", afirma Victor.
Nós também embarcamos nessa onda! Os widgets do Olhar Digital estão quase todos prontos para as Smart TVs. Aliás, neste aparelho ele já está funcionando perfeitamente. Com apenas um clique e uma navegação bastante intuitiva e fácil, você tem acesso a todos os nossos vídeos, em alta definição, via Web na tela da sua TV.
"Até o controle remoto é inédito: de um lado ele tem um navegador tipo mousepad, e do outro lado ele é um teclado para facilitar a digitação", conta Victor.
Agora você pode assistir ao Olhar Digital no conforto do seu sofá na hora que quiser. Na semana
Essa é uma tendência. Boa parte dos novos televisores já saem de fábrica com capacidade de conexão à Internet. Mas, e se você não quiser trocar de TV e mesmo assim quiser aproveitar as comodidades de acessar a Web na televisão? A solução são caixinhas como essa, que os técnicos chamam de set top box – em bom português, dá para chamar de conversor. Uma vez conectado à TV, ele transforma o seu aparelho convencional em uma TV conectada. Esse modelo chegou às principais lojas no final do mês passado e custa algo em torno de 900 reais.
"É muito mais que uma smart TV. Ele permite acessar qualquer conteúdo de qualquer dispositivo dentro da sua casa como um HD externo, pendrive e computador pela sua televisão", explica Victor Proscurchin, presidente da D-Link.
Além de navegar livremente pela Web, esse aparelho oferece também vários widgets; aqueles programinhas para acessar canais específicos de vídeos, previsão do tempo, notícias e tudo mais. Os widgets já fazem parte do dia-a-dia de quem tem um smartphone. E agora, estão aqui, na tela da televisão.
"Hoje temos 178 canais, mas como é uma plataforma aberta, onde desenvolvedores podem criar seus próprios canais, então em um ano ou até seis meses a gente pode triplicar o número de canais voltados para o usuário", afirma Victor.
Nós também embarcamos nessa onda! Os widgets do Olhar Digital estão quase todos prontos para as Smart TVs. Aliás, neste aparelho ele já está funcionando perfeitamente. Com apenas um clique e uma navegação bastante intuitiva e fácil, você tem acesso a todos os nossos vídeos, em alta definição, via Web na tela da sua TV.
"Até o controle remoto é inédito: de um lado ele tem um navegador tipo mousepad, e do outro lado ele é um teclado para facilitar a digitação", conta Victor.
Agora você pode assistir ao Olhar Digital no conforto do seu sofá na hora que quiser. Na semana
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
TV e Internet: CES apresenta as novidades dessa integração Smart TVs são a promessa para o futura da conexão na Web. Conheças os modelos apresentados
Do Olhar Digital
Todos nós gostamos de TV, certo? E ela vai ficar ainda melhor porque, agora, a tela da sua sala pode ter, também, todo o conteúdo da Internet. Mas, você precisa prestar atenção na hora de escolher para garantir acesso irrestrito a tudo da Web.
Praticamente todos os fabricantes falaram de Smart TVs – as TVs inteligentes – nessa CES. Mas, a verdade é que a proposta mais ampla é mesmo da Google TV. Mas, antes de chegar nela, vamos ver o que os outros fabricantes apresentaram.
A Samsung apostou em modelos que vêm com os famosos Widgets – pequenos programas por meio dos quais você acessa o YouTube ou o Yahoo, por exemplo. A novidade é que, agora, essas TVs tamém têm um browser de Internet, que permite que você navegue livremente pela Web. Apesar disso, o porém aqui é o controle remoto: ele nos pareceu meio limitado e um pouco complicado.
A proposta da LG é parecida: um televisor que já vem widgets instalados e você também pode instalar novos. Tem também um navegador de Internet que te leva para os diferentes sites da Web. O controle remoto é um ponto forte: ele é sensível aos movimentos: o cursor na tela acompanha a sua mão e basta clicar para selecionar o que você quer.
Voltando ao começo da matéria, a melhor proposta é a Google TV. Trata-se de um televisor da Sony, controlado pelo Android, e turbinado por um processador Atom. O interessante dessa TV é que ela é a única que realmente faz o casamento entre TV e Internet. Por exemplo: você pode estar assistindo ao seu programa favorito e, ao clicar em uma tecla no controle remoto, você pode pesquisar qualquer coisa na Web. Se interessar, você pode navegar pelo site e, ao mesmo tempo, continuar a assistir seu programa. Você escolhe o que fica onde: o sinal da TV e o site da Web. O controle remoto é praticamente um teclado de computador em miniatura. Ou seja: se você quiser, dá para enviar e-mail, bater papo no MSN, tudo ao mesmo tempo, enquanto você assiste TV.
Se o casamento entre TV e Internet veio para ficar, e se você acabou de trocar de aparelho, não se preocupe: você pode levar esses mesmos recursos para o seu televisor. Para isso, basta comprar um conversor e acoplar à sua TV – você terá na sua tela os mesmos recursos da Google TV. A boa notícia é que esses conversores começam a ser vendidos no Brasil já a partir de março ou abril.
Todos nós gostamos de TV, certo? E ela vai ficar ainda melhor porque, agora, a tela da sua sala pode ter, também, todo o conteúdo da Internet. Mas, você precisa prestar atenção na hora de escolher para garantir acesso irrestrito a tudo da Web.
Praticamente todos os fabricantes falaram de Smart TVs – as TVs inteligentes – nessa CES. Mas, a verdade é que a proposta mais ampla é mesmo da Google TV. Mas, antes de chegar nela, vamos ver o que os outros fabricantes apresentaram.
A Samsung apostou em modelos que vêm com os famosos Widgets – pequenos programas por meio dos quais você acessa o YouTube ou o Yahoo, por exemplo. A novidade é que, agora, essas TVs tamém têm um browser de Internet, que permite que você navegue livremente pela Web. Apesar disso, o porém aqui é o controle remoto: ele nos pareceu meio limitado e um pouco complicado.
A proposta da LG é parecida: um televisor que já vem widgets instalados e você também pode instalar novos. Tem também um navegador de Internet que te leva para os diferentes sites da Web. O controle remoto é um ponto forte: ele é sensível aos movimentos: o cursor na tela acompanha a sua mão e basta clicar para selecionar o que você quer.
Voltando ao começo da matéria, a melhor proposta é a Google TV. Trata-se de um televisor da Sony, controlado pelo Android, e turbinado por um processador Atom. O interessante dessa TV é que ela é a única que realmente faz o casamento entre TV e Internet. Por exemplo: você pode estar assistindo ao seu programa favorito e, ao clicar em uma tecla no controle remoto, você pode pesquisar qualquer coisa na Web. Se interessar, você pode navegar pelo site e, ao mesmo tempo, continuar a assistir seu programa. Você escolhe o que fica onde: o sinal da TV e o site da Web. O controle remoto é praticamente um teclado de computador em miniatura. Ou seja: se você quiser, dá para enviar e-mail, bater papo no MSN, tudo ao mesmo tempo, enquanto você assiste TV.
Se o casamento entre TV e Internet veio para ficar, e se você acabou de trocar de aparelho, não se preocupe: você pode levar esses mesmos recursos para o seu televisor. Para isso, basta comprar um conversor e acoplar à sua TV – você terá na sua tela os mesmos recursos da Google TV. A boa notícia é que esses conversores começam a ser vendidos no Brasil já a partir de março ou abril.
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